terça-feira, 23 de setembro de 2008

~.contando com a sorte!

Que terrível a sensação de se sentir ameaçada, e sem saber ao certo por quem, até quando, e principalmente sem ter o que fazer. O que resta é esperar pra ver o que acontece, contar com a minha sorte; além da prudência de uns e a boa vontade de outros!

Que a angústia diminua, o coração se acalme e tudo fique leve;
e a vida continue, sem parar, sem sofrimentos; que as preocupações de hoje se aliviem e o sossego reine. Eu quero paz, paz em mim, paz pra mim!

O que eu mais quero é, daqui uns dias, poder exclamar um:
‘uuufa! tudo está bem, nada do que se temia aconteceu.’

Que assim seja, amém! #)


segunda-feira, 1 de setembro de 2008

~.nós, e a felicidade!


“a melhor maneira de ser feliz é contribuir para a felicidade dos outros.”

Sempre fui do pensamento que, nossa felicidade não depende de ninguém, além de nós, ou pelo menos não devemos deixar que dependa, e esse pensamento permanece, absolutamente; mas saber que contribuímos para felicidade de alguém é algo grandioso, é satisfação, é se sentir capaz; e deixar que esse mesmo alguém contribua para a nossa é saber fazer valer o sentimento, é conseguir multiplicá-lo. E o importante não é só estar feliz, é ser feliz.. se manter constante nessa felicidade, e saber guiar o sentimento, ter domínio sobre si, e deixar apenas bons sentimentos tomar de conta de tudo, de cada momento, e se manter firme nisso a cada dia.

Os olhares devem ir adiante, pensando no hoje, mas olhando em frente, caminhar passo a passo com os objetivos a serem alcançados, dar as mãos e lutar sempre.

Bons pensamentos trazem sempre, e cada vez mais, melhores sentimentos, boas energias e força pra ser e se manter feliz! E conquistar essa felicidade requerer amadurecimento, aceitar que mudanças precisam ser feitas, caso necessário, e deixar que a vida passe por revisões, e ai sim, seguir sendo feliz e contribuindo para a felicidade de quem quer que seja!

“(...) Os acomodados, conformam-se com o porto seguro, na falsa certeza de não arriscar, porque a busca do desconhecido, é sempre arriscada e menos estática. E assim, vivem uma felicidade aparente, deixando de buscar e conhecer a sensação da felicidade pela vitória. São derrotados por si mesmo, deixando de assumir novos papeis, conformam-se com a monotonia (...)”